De 27 e 29 de outubro, evento reunirá equipes do Brasil, México, Índia e Países Baixos e é fruto dos investimentos chineses na batalha entre robôs

 

A RioBotz, equipe de robótica do Centro Técnico Científico da PUC-Rio (CTC/PUC-Rio), foi convidada para participar da etapa Warm UP da Fighting My Bots (FMB) World Cup, que acontecerá na cidade de Jiaxing, na China, entre os dias 27 e 29 de outubro. Nesta primeira edição, a competição vai contar com apenas duas categorias: Featherweight, com robôs de até 13,6kg, e Middleweight, com robôs de até 54kg.

A Riobotz será representada pelo capitão Gabriel Reis, aluno de Engenharia Mecânica do CTC/PUC-Rio, e os ex-integrantes veteranos Carlos Junior e Lohan Marins (foto). Os brasileiros chegam para ganhar: estão levando o Touro Feather, dono de nove medalhas conquistadas dentro e fora do Brasil, sendo oito de ouro e uma de prata. Nesta categoria, o objetivo é construir um robô capaz de causar danos ao adversário, fazendo com que este deixe de funcionar em uma luta que dure, no máximo, três minutos. A RioBotz vai disputar medalhas com outra equipe brasileira e mais três da Índia, México e Países Baixos.

A organização da FMB World Cup tem realizado warm ups (aquecimentos) desde abril, com a participação de equipes de todo o mundo. A seleção é baseada em resultados conquistados em outras competições famosas – como a americana RoboGames, por exemplo, onde a RioBotz é recordista de medalhas (60 no total, sendo 29 de ouro, 16 de prata e 15 de bronze). Após o fim desta etapa, será divulgada a lista de convocados para a grande final, em Shangai, no dia 29 de outubro.

Sobre a RioBotz/PUC-Rio 

A RioBotz/PUC-Rio foi formada em janeiro de 2003 com o objetivo de projetar e construir robôs de competição. Em 14 anos de muitas batalhas, a equipe já contabilizou 71 títulos, sendo 38 campeonatos nacionais e 33 medalhas de ouro em competições ao redor do mundo. Outras 66 medalhas são a soma de 37 pratas (19 delas internacionais) e 29 bronzes (17 internacionais), totalizando 137 medalhas. Em 2017, foi a primeira e única equipe de língua não-inglesa a participar do programa de TV BattleBots, da ABC, nos EUA, onde chegou às semifinais e voltou com o prêmio de “Robô mais destruidor” dado ao Minotauro, robô feito exclusivamente para a competição.

A equipe é composta atualmente, em sua maioria, por alunos das Engenharias de Controle e Automação, Mecânica e Elétrica. Segundo Meggiolaro, participar de uma competição deste porte é um estímulo para os estudantes. “A Robótica é uma ciência multidisciplinar que fornece bases para a aplicação de diversas engenharias, dentre elas a Elétrica, Mecânica e de Computação. O aluno aprende um pouco sobre todas essas áreas e, principalmente, como integrá-las. No mercado atual, dificilmente se encontra um produto de alta tecnologia puramente mecânico ou elétrico: todas essas engenharias são importantes para a geração de um produto competitivo”.

Os integrantes da RioBotz têm a possibilidade de adquirir conhecimentos em áreas como mecânica, eletrônica, computação, publicidade, marketing, design e captação de recursos, além de utilizar na prática os conhecimentos obtidos em sala de aula. Embora seu foco seja a construção de robôs de combate, as tecnologias envolvidas podem ser aplicadas em diferentes setores como a indústria de energia, petróleo e médica.

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