Com 52 palestras e auditório lotado nos dias 7 e 8 de maio, o ECOA cumpriu seu propósito de democratizar a educação, levando conhecimento gratuito a todos, seja ao vivo ou por meio da internet

Computação, conexão, transformação digital, algoritmos, criatividade, velocidade exponencial, parceria, design thinking, colaboração, sobrevivência no mercado e impacto social foram algumas das palavras-chaves da segunda edição do ECOA PUC-Rio, realizado nos dias 7 e 8 de maio, no Auditório RDC da Universidade, levando mais de 200 pessoas ao evento. Foram cerca de 20h e 52 palestras objetivas e dinâmicas, de 15 minutos cada, com profissionais dos mais diversos segmentos, que debateram Ciência de Dados, no dia 7, e Inovação, no dia 8, duas áreas reconhecidas como uma necessidade do mercado de trabalho e fundamentais para os dias de hoje.

O ECOA PUCRIO, é uma iniciativa do Departamento de Informática do Centro Técnico Científico da PUC-Rio (CTC/PUC-Rio), que, assim como na primeira edição, em dezembro do ano passado, cumpriu o propósito de democratizar a educação ao promover eventos gratuitos e abertos ao público, com possibilidade, inclusive, de assistir à distância, já que todas as palestras são transmitidas ao vivo pelo canal www.youtube.com/c/ecoapucrio.

No primeiro dia, os convidados apresentaram como a Ciência de Dados é um diferencial e quais foram as soluções implementadas para extrair valor dos dados em suas áreas de atuação. Grupo Globo, Ministério Público do RJ, Facebook, TIM, B2W, Mongeral Aegon, Globo.com, Petrobras, IBM, IRB Brasil e Gartner foram as empresas palestrantes do dia 7, que contou também com apresentações de professores dos departamentos de Informática e Direito da PUC-Rio.

Em maio de 2017, a Revista The Economist já alertava que dados são considerados um recurso mundial ainda mais valioso que o petróleo. Desta forma, a Ciência de Dados se reafirma como uma das ferramentas mais estratégicas de empresas, governos e instituições. Todos têm o desafio permanente de contratar e manter profissionais capacitados em Inteligência de Dados e investir em uma infraestrutura robusta para o armazenamento, processamento e reconhecimento de um volume gigantesco de dados — provenientes de redes sociais como Twitter e Facebook, transações comerciais, interação em portais, jogos e outras soluções, por exemplo — de modo que estes dados sejam transformados em informações, de informações em conhecimento e de conhecimento em valor para a tomada de decisões que melhorem produtos e serviços, gerando clientes e cidadãos mais satisfeitos e a concretização de novos negócios. Esta foi a tônica do dia, reafirmada por palestrantes das mais diferentes áreas. Jornalismo, Justiça, Seguros, Entretenimento e Petróleo foram alguns dos temas abordados nas palestras, confirmando o enorme potencial do uso de dados para a oferta de melhorias para o cidadão brasileiro. “A Ciência de Dados é para todos. Apostamos na multidisciplinaridade para gerar valor para as empresas e a sociedade”, ressaltou o professor Hélio Lopes, do Departamento de Informática do CTC/PUC-Rio.

Profissionais do BNDES, YouTube Space, FINEP, ANPROTEC, Juntos pelo Rio, Empretec, Gondim Advogados, SingularityU Brasil, Prefeitura do Rio, BMA Advogados, Descomplica, Mutual Club, Pipeway, BizBank, Instanteaser, SUSEP, AB2L, Ipiranga, Instituto Gênesis/PUC-Rio, AGI/PUC-Rio, PIT/PUC-Rio e o músico Arthur Kampela foram os convidados do segundo dia, cujo foco foi Inovação, com grande reforço na questão do empreendedorismo. O professor Hugo Fuks, diretor do Departamento de Informática do CTC/PUC-Rio, iniciou as palestras reforçando que a PUC-Rio é referência em buscar alternativas para solucionar problemas do dia a dia, motivando cada vez mais os alunos a pensarem em algo que facilite a vida das pessoas. E com uma grande novidade: pensar o trabalho colaborativo. “Queremos tirar o máximo possível de problemas do seu dia-a-dia. Isso é engenharia, isso é inovação”, reforçou Fuks.

Ao ressaltarem a velocidade exponencial das novas tecnologias, da capacidade disruptiva dessa nova realidade, quebrando paradigmas, criando necessidades e produtos até então inexistentes e levando praticamente à obrigação de se reinventar profissionalmente, os palestrantes confirmaram os desafios do século XXI: um mundo que muda cada vez mais rápido e a inevitável pressão pela atualização constante, com direito a um excesso de informações a serem absorvidas, o que, muitas vezes, pode levar até mesmo a um esgotamento emocional devido ao estresse provocado pelo medo de “ficar para trás”. Por outro lado, todos afirmaram que a solução está na paixão, no desejo de sempre estudar cada vez mais e no forte envolvimento pessoal com o seu trabalho, assumindo riscos, fazendo uso da criatividade e gerando soluções com forte e positivo impacto social. “O Brasil tem um potencial enorme para a aplicação de ideias inovadoras, justamente devido a tudo que ainda precisa melhorar no País”, revelou Ricardo Yogui, da Agência da Inovação da PUC-Rio.

Com toda essa diversidade de temas e palestrantes, os coordenadores da iniciativa encerraram a sua segunda edição com a sensação de dever cumprido: “A resposta do público foi excelente e as palestras incríveis, com muita qualidade, diversidade e conhecimento compartilhado”, afirmou Rafael Nasser, Laboratório de Engenharia de Software (LES) da PUC-Rio.  “Os conteúdos transmitidos hoje vão ecoar pela Internet alcançando pessoas que ainda nem sabem da existência da iniciativa”, reforçou Gustavo Robichez, coordenador do LES/PUC-Rio.

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